quarta-feira, 25 de março de 2009

BINGO!




Esta semana trago um tipo de entertenimento diferente do que costumo falar por aqui: o "velhinho" Bingo.


Numa destas últimas sextas-feiras, eu e uns amigos fizemo-nos à marginal, quando houve uma alminha que se lembrou: "Porque não vamos ao BINGO?!". A gargalhada foi geral mas o certo é que 30minutos depois estávamos a entrar no Bingo do Atlético, em Alcântara. Nos dias de hoje, onde existem mil e uma possibilidades para os amantes do jogo, esta parece ser uma opção quase esquecida nas novas gerações. O que não faltam por aí são casinos, bem mais atractivos pelo seu glamour e espectáculos, onde podemos encontrar imensa variedade de jogos, como Poker, Blackjack, Slot-Machines... Um sem fim de opções! Já para não falar da possibilidade dos jogos on-line onde a variedade de escolha é inimaginável. E o Bingo? Como é ir ao Bingo? Pois, com a maioria das pessoas já a rondar os seus 50 anos, o que nos fez sentir um pouco à parte daquele mundo, o Bingo acabou por ser uma experiência super divertida. Um senhor que se apresentava sozinho numa das mesas explicou-nos como funcionava o jogo, como e quanto se ganhava, se se fizesse "linha" ou "Bingo". O jogo era simples mas requeria concentração, pois os números saem da tombola à velociadde da luz, e a senhora que os anunciava tinha uma pronúncia de europa de leste (a palavra mais estranha que ela dizia era "numério", que mais tarde vim a perceber referir-se a número). Concentração essa que dispersava sempre que alguém gritava "LINHA!" ou "BINGO!". As pessoas gritam mesmo nestes sítios, como se desse berro dependesse a sua vida! Na verdade, disso dependem apenas uns meros 4 ou 40 euros, que foi o valor médio de prémio , nessa noite, para quem fizesse "linha" ou "bingo", respectivamente.


Foram 10 euros gastos sem qualquer retorno, mas foram umas horas muito bem passadas.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Recomendação Flash

Hoje, como o tempo é curto e há coisas mais importantes para fazer, deixo-vos apenas com esta belíssima música, o mais recente single dos escoceses Glasvegas, "Geraldine". Enjoy!

Até para a semana!

Nota: Em relação à minha dúvida do primeiro post no blog, se a expressão correcta seria "bloguista" ou "blogueira", fui esclarecida no outro dia, num programa de rádio. É Blogger que se diz (agora a minha dúvida é se se escreve com 2 ou apenas 1 g...).

quarta-feira, 11 de março de 2009

Recomendações Part III



Esta semana começo com o último single dos Franz Ferdinand, "Ulysses". Soube hoje que estes senhores vão ao festival Paredes de Coura, dia 30 de Julho. Apesar de ainda não haver mais bandas confirmadas, esta já é bastante aliciante.

Enquanto ficam ao som desta belíssima música, passo às recomendações propriamente ditas. Esta semana vou então falar dos 2 filmes do espanhol Pedro Almodóvar que mais gostei, dos únicos 3 filmes dele que vi. São estes "Hable con ella" e "La mala educación".

Começo com o mais antigo, "Hable con ella" (2002), título em português "Fala com Ela"

Conta-nos a história da amizade entre dois homens, que nasce quando eles se conhecem no hospital onde as namoradas de ambos estão internadas, em coma. É um filme fantástico, repleto de surpresas e pormenores deliciosos, e conta com a participação especial do Caetano Veloso na banda sonora, e também no filme. Deixo o trailler.



"La mala educación" (2004), título em português, "Má Educação"

É um filme que conta com a participação do fantástico Gael García Bernal, que pudémos ver mais recentemente no "Blindness". Ele interpreta (e muito bem!) o papel de um travesti, que recorre ao seu amigo de infância, que conheceu no colégio católico onde andou, e que é também o seu primeiro amor, para fazer um filme auto-biográfico, onde pretende relatar a história de ambos, e também alguns eventos acontecidos no colégio que frequentaram.

Muito, muito bom (o meu preferido dos 2). E depois de escrever isto e de ver o trailer, fiquei cheia de vontade de o rever. Aqui fica:


E esta semana é tudo!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Recomendações Part II

A pedido de uma pessoa, que me disse que ia adormecendo quando leu o meu primeiro post de recomendações, por este ser muito extenso, vou-me limitar a a fazer sugestões em relação a uma única área de entertenimento por post.

(Mas só para que isto não se torne massudo, deixo-vos ao som desta magnifica música dos Kings of Leon, "Use Somebody", que é de arrepiar os mais pequeninos e transparentes pêlos do corpo! É só clicar no Play)



Mais sobre estes meninos lá para a frente do semestre...


Esta semana vou falar então sobre um jogo de vídeo, que entrou na minha vida há relativamente pouco tempo e que insiste em permanecer por cá, por muito que eu o tente expulsar (ou não...). O danado é o "Guitar Hero", um joguinho de consola que consiste em tentar "tocar" guitarra, à medida que as "notas" vão surgindo no ecrã. Passo a explicar todas as ""...
O jogo tem efectivamente uma guitarra de plástico, que em vez de cordas tem 5 botões de diferentes cores (verde, encarnado, amarelo, azul e cor-de-laranja), e no meio, onde supostamente quem toca guitarra "dá às cordas" (para reproduzir som... Não faço a mínima ideia se existe um termo técnico para a coisa!), tem uma patilha que sobe e desce, fazendo com que quem a mexa imite assim o movimento que qualquer guitarrista faria a tocar uma guitarra.

Portanto, este é o aparelho necessário para jogar este jogo. E o jogo consite no seguinte: à medida que se ouve a música, aparecem as "notas" que se tem que tocar para que esta continue. Passo a mostrar uma imagem:



Cada "nota" é representada por uma côr, e para se conseguir "tocar" temos que dar à patilha, no tempo certo, e simultaneamente carregar no botão correspondente à côr que aparece no ecrã. Um aspecto engraçado do jogo, é que sempre que se falha uma "nota", na música não ouvimos o som da guitarra proveniente dessa "nota". E no fim da música (se formos bons o suficiente para a acabar, visto que a partir de um certo número de erros consecutivos, que varia de nível para nível, a música pára.), aparecem as estatísticas da nossa performance: a percentagem das "notas" que conseguimos acertar, o número de vezes seguidas que as tocámos e a pontuação.

Há cinco níveis de dificuldade neste jogo (principiante, fácil, médio, difícil e expert), sendo que nos dois primeiros só se usam três botões de cores, no médio quatro, e a partir do difícil já se usam os cinco. Mas a dificuldade não está só no número de botões que se tem que tocar, está também na diminuição do intervalo de tempo entre cada nota, na decrescente tolerânica a falhas, e nas várias combinações de notas que se podem fazer. Enfim, só experimentando...

Só tenho a dizer uma coisa sobre este jogo: É COMPLETAMENTE VICIANTE! Eu, que sou uma pessoa provida de umas mãos de tamanho considerado normal, mas de dedos ligeiramente curtos e atarracados, mal conseguia acabar uma música, das primeiras vezes que peguei na guitarra do jogo (e no nível fácil). Agora, não faço menos de 80% da música nem menos de 100.000 pontos no nível difícil! É tudo uma questão de treino, e tempo perdido!

Mas quem ler isto pensa que é um jogo um bocado solitário... Mentira! Estando a consola ou o pc ligados à internet, este jogo dá-nos a possibilidade de competir com pessoas dos mais variados recantos do mundo. E para quem tenha mais do que uma guitarra, também é possivel fazer batalhas (como no SingStar, mas em vez de se cantar, "toca-se"!). E mais! O update mais recente deste jogo foi o "Guitar Hero: World Tour", que acrescenta ao jogo, para além da guitarra, a possibilidade de "tocar" baixo e bateria, e também cantar!

Este é o kit do "World Tour". O aparelho da esquerda representa uma bateria, com três tambores e dois pratos (devidamente "almofadados" para não fazerem muito barulho quando se lhes bate), e o da direita é a famosa guitarra, que tanto pode fazer de guitarra, como de baixo. Não se deixem enganar pelo microfone. Ele existe, mas o efeito que provoca não se compara minimamente com o dos instrumentos. Para mim, foi uma fraca tentativa de introduzir o conceito do SingStar para este jogo. Mas mesmo jogando a três garanto-vos que é muito divertido.

Ah, ainda não falei das músicas! Cada jogo tem cerca de 30/40 músicas, dos mais variados artistas internacionais, desde Oasis, a Coldplay, 30 Seconds to Mars, Tool, Korn, etc.; saíu um jogo só com músicas dos Aerosmith e umas outras sugeridas por estes, e nos próximos meses vai saír um parecido, mas só com músicas dos Metallica. Para além do leque variadíssimo de músicas que se pode comprar on-line.


Sugiro a quem ainda não experimentou este jogo, que o faça!

E tenho dito!

Para a semana há mais.